Madre Teresa de Calcutá, ou Ganxhe Bojaxhiu (nome de nascimento), nasceu em 26 de Agosto, na cidade Skopie, capital da Macedónia, numa família católica.
Desde cedo, aos 12 anos Ganxhe despertou para a vocação religiosa.
“Não tinha completado ainda 12 anos, quando senti o desejo de ser missionária”, conta mais tarde Madre Teresa de Calcutá.
Começo da vida religiosa
Ainda criança, Ganxhe entrou para a congregação Mariana das Filhas de Maria, e começou a ajudar os pobres na sua própria casa.
“Aos pés da Virgem de Letnice, ouvi um dia, o chamado Divino que me convencia de servir a Deus”, confessou Madre Teresa de Calcutá.
Em 25 de Dezembro de 1938, aos 18 anos mudou-se para Rathfarnham , na Irlanda, onde se situava o Instituto da Beata Virgem.
Em 24 de Maio de 1931, escolheu o nome de Teresa, inspirada pela Santa Teresa D’Avila.
Entre os 18 e 38 anos Teresa foi religiosa das damas Irlandesas na Índia e professora de história e geografia no colégio Sta Mary (único para meninas católicas).
Mais tarde tirou um curso de enfermagem.
Entrada definitiva para a vida religiosa
Em 1937 no dia 24 de Maio, Teresa fez a profissão perpétua, ou seja, professou de forma perpétua a sua vocação religiosa.
Como se tornou Madre Teresa de Calcutá
O momento chave em que se converteu em Madre Teresa de Calcutá ocorreu no dia 10 de Setembro de 1946.
Madre Teresa de Calcutá conta-nos que: “Durante uma viagem de comboio que me levava ao convento de Darjeeling para fazer os exercícios espirituais, enquanto rezava em silêncio a Nosso Senhor, ouvi um chamado dentro do mim.
A mensagem era muito clara: devia deixar o convento de Loreto (em Calcutá) e entregar-me ao serviço dos pobres, vivendo entre eles".
Iniciou assim a sua vida como: Madre Teresa de Calcutá.
O iniciar de uma caminhada de caridade e entrega ao próximo
Madre Teresa de Calcutá obteve a permissão da Santa Sede para levar os moribundos das ruas para um lar onde pudessem morrer em paz e com dignidade.
Abriu também um orfanato.
Outras mulheres uniram-se a ela de tal modo que em 1950 recebeu a aprovação oficial do Papa Pio XII para fundar uma congregação de religiosas, as Missionárias da Caridade.
Como hábito para a congregação, escolheu o sári, nas cores (como justificou) decidiu-se pelo "branco, por significar pureza e pelo azul, por ser a cor da Virgem Maria". Como princípios, adoptou o abandono de todos os bens materiais.
Curiosidade: Os bens de cada irmã resumia-se a um prato, um jogo de roupa interior, um par de sandálias, um pedaço de sabão, uma almofada e um colchão, um par de lençóis, e um balde metálico.
Faleceu em 5 de Setembro de 1997. Milhares de pessoas de todo o mundo formaram várias filas na Igreja de Santo Tomás para despedir-se da Madre Teresa.
Em Outubro de 2003 foi beatificada pelo Papa João Paulo II.
Devemos sem dúvida seguir o exemplo de Madre Teresa de Calcutá, amar o próximo sem olhar a quem.
Madre Teresa de Calcutá é um exemplo de coragem, de fé, de caridade, de amor, de entrega total ao próximo.
Ajudou todos, nos mais diversos países. Fundou centros de apoio a leprosos, velhos, cegos e doentes com HIV, bem como escolas, orfanatos e trabalhos de reabilitação com presidiários.
Sem comentários:
Enviar um comentário